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Musical “Diana – A Princesa do Povo” chega a Porto Alegre com superprodução

A produção do espetáculo musical mergulha em suas relações familiares, nos conflitos vividos dentro da monarquia britânica.

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Foto: Carlos Costa/Divulgação

Depois de temporadas no Rio de Janeiro e em São Paulo, o musical “Diana – A Princesa do Povo” chega a Porto Alegre, como parte da turnê nacional que percorrerá seis cidades brasileiras.

A superprodução ocupará o palco do Teatro FIERGS de 18 a 20 de setembro de 2026, com sessões na sexta-feira, às 20h30; no sábado, às 16h e às 20h30; e no domingo, às 16h. Os ingressos já estão à venda pelo Sympla.

Com versão e direção de Tadeu Aguiar, o espetáculo musical é uma realização da Estamos Aqui Produções, responsável por sucessos premiados como “Quase Normal”, “A Cor Púrpura” e “Querido Evan Hansen”. Em uma montagem brasileira não-réplica, o musical propõe um olhar próprio para a trajetória de Diana Spencer, aproximando o público da mulher que existia para além dos palácios, das manchetes e da imagem que correu o mundo.

A produção mergulha em suas relações familiares, nos conflitos vividos dentro da monarquia britânica, na exposição provocada pela imprensa e na busca por autonomia de uma figura que transformou sua própria vulnerabilidade em uma poderosa forma de conexão com milhões de pessoas.

Elenco

Na turnê do espetáculo musical, Mavi Carpin será Diana; Lucas Britto interpretará o príncipe Charles; Simone Centurione viverá a rainha Elizabeth; e Giselle Prattes dará vida a Camilla Parker Bowles. Juntos, esses personagens conduzem os principais conflitos afetivos, institucionais e públicos que atravessam a trajetória da princesa e da Família Real britânica.

Completam o elenco Rosana Penna (Barbara Cartland), Beto Marquee (James Hewitt), Duda Carvalho (Sarah Spencer), Fábio Brazile (Paul), Matheus Boa (Andrew Parker Bowles e Andrew Morton) e Rhuan Santos (Colin). A montagem conta ainda com Fabi Figueiredo, Daruã Goes, André Sigom, Nicole Cavalcante, Bia Bahia, Maria Vitória Rodrigues, Celso Till, Cris Mont e André Ulo, além de Lua Soares como swing.

Estrutura do cenário

A dimensão da produção também se revela nos números. A estrutura cenográfica é formada por mais de 320 barras de metal, sustentadas por 400 metros de cabo de aço, extensão que, se colocada verticalmente, supera a altura do Pão de Açúcar e da Torre Eiffel.

O cenário utiliza ainda 170 m² de tela galvanizada, mais de 750 metros de telas de viveiro e agrícolas e 560 metros de tecidos nobres, entre veludo, oxford e jacquard, empregados na construção visual do universo da realeza britânica.

A grandiosidade se estende à iluminação e aos elementos tecnológicos. O espetáculo reúne mais de 200 equipamentos de iluminação, sendo 100 refletores utilizados apenas no cenário, além de um céu formado por mais de 2 mil pontos de fibra ótica, responsável por criar diferentes atmosferas ao longo da narrativa. Lustres monumentais, desenvolvidos especialmente para a montagem pela Dropiron, foram produzidos de forma totalmente artesanal em um processo de 20 dias e utilizaram, juntos, mais de 1,5 quilômetro de correntes.

O figurino reforça a escala da montagem. São aproximadamente 1,5 quilômetro de tecidos, mais de 250 figurinos, 850 botões, 60 metros de zíper, 15 quilos de pedrarias e mais de 100 pares de sapatos, compondo um guarda-roupa que atravessa diferentes épocas, estilos e códigos visuais associados à realeza britânica.

O trabalho de visagismo conta ainda com 58 perucas. Para a representação de Diana, foram confeccionadas quatro perucas naturais, feitas fio a fio e submetidas a cinco processos de descoloração até que se alcançasse o tom mais próximo possível dos cabelos da princesa.

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