Estudantes do Colégio Marista Santa Marta, de Santa Maria, na Região Central do Rio Grande do Sul, participam no Festival Marista de Robótica 2026 com o desenvolvimento de soluções tecnológicas e socioambientais voltadas à resolução de problemas urbanos reais.
O evento, que traz nesta edição o tema “Cidades Fraternas”, será realizado na quarta (4) e quinta-feira (5) em Belo Horizonte, Minas Gerais.
A participação da unidade gaúcha será de forma remota: diretamente da escola, os próprios estudantes apresentarão de maneira virtual os diagnósticos dos problemas identificados e demonstrarão as soluções desenvolvidas aos avaliadores do evento.
Ao todo, cerca de 1,5 mil estudantes de colégios privados, escolas sociais e instituições públicas de todo o país participarão da competição.
De acordo com Stefani Nardo, orientadora de Tecnologias Educacionais da unidade, o Santa Marta terá duas equipes no evento: a City Craft, inscrita na modalidade Cidade Laboratório, e a I9, na modalidade Incubando Ideias.
“A participação do nosso colégio no Festival Marista de Robótica reflete como nossos estudantes usam a tecnologia para resolver problemas urbanos e sociais. A equipe City Craft, na modalidade Cidade Laboratório, já estruturou pré-projeto, podcast e planta baixa inspirados na comunidade Nova Santa Marta para construir um modelo sustentável e inclusivo no Minecraft. Na categoria Incubando Ideias, a equipe I9 focou nos gargalos enfrentados pelas comunidades ribeirinhas, criando uma alternativa de fornecimento de energia para evitar a perda de alimentos e remédios e garantir mais estabilidade e lazer às famílias”, destacou Stefani.
Projetos das equipes
- Cidade Laboratório – Equipe City Craft: Utilizando a comunidade Nova Santa Marta como referência, os estudantes projetam um modelo de comunidade sustentável e inclusiva. O trabalho já conta com pré-projeto, podcast e planta baixa, etapas que servirão de estrutura para a construção do ambiente virtual dentro do jogo Minecraft.
- Incubando Ideias – Equipe I9: Voltado para o contexto de comunidades ribeirinhas — áreas afastadas dos centros urbanos que enfrentam a falta de atendimento do poder público e recorrentes gargalos na saúde, infraestrutura, lazer e saneamento —, o projeto foca no combate à instabilidade elétrica. Para evitar a constante perda de alimentos e medicamentos, a equipe desenvolveu um sistema de fornecimento de energia focado em assegurar eletricidade contínua e ampliar as opções de lazer das famílias.





