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Porto Alegre: Comportas de proteção contra cheias são instaladas no prédio da Usina do Gasômetro

A Usina do Gasômetro integra o sistema de proteção contra cheias.

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Foto: Pedro Piegas / PMPA

O prédio histórico da Usina do Gasômetro, um dos cartões-postais de Porto Alegre, recebeu, nesta quinta-feira (1), comportas metálicas herméticas contra cheias.

“A Usina do Gasômetro é um patrimônio de Porto Alegre que está prestes a reabrir para visitação do público, mas uma estrutura histórica também nos impõe o desafio de construir uma proteção que preserve as características originais”, disse o prefeito Sebastião Melo.

Conforme a Prefeitura de Porto Alegre, ao todo, 46 comportas serão instaladas no primeiro andar da Usina do Gasômetro nos próximos 60 dias. “Com investimento de R$ 690 mil”, afirmou a prefeitura.

A obra também incluiu a concretagem da câmara de resfriamento que ligava o prédio diretamente ao Guaíba. “As comportas na Usina do Gasômetro servem para proteger o prédio, mas também para proteger a nossa cidade e aperfeiçoar nosso sistema de proteção contra cheias. É uma proteção robusta e que respeita as características históricas e arquitetônicas do prédio”, ressaltou o secretário André Flores.

Sistema

A Usina do Gasômetro integra o sistema de proteção contra cheias, ligando o Muro da Mauá ao trecho 1 da Orla do Guaíba. A instalação das comportas no prédio é a última etapa do reforço nas defesas do Centro Histórico, que, nos últimos dois anos, recebeu obras nas comportas do Muro da Mauá e em casas de bombas.

“Estamos preparados para atuar, se necessário, em cada ponto do sistema de proteção – incluindo o Gasômetro. É um trabalho permanente, que mobiliza todo o corpo técnico do Dmae em todas as regiões da cidade”, disse o diretor-presidente do Dmae (Departamento Municipal de Água e Esgotos), Vicente Perrone.

Normalmente, as comportas da Usina do Gasômetro não ficarão visíveis ao público que circula no entorno do prédio.

“Elas só serão instaladas caso o Guaíba tenha uma cheia próxima à cota de inundação do prédio, o que ocorre quando o nível do Cais Mauá atinge cerca de 4,5 metros”, afirmou a prefeitura.

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