20 de março marca o início do outono, uma das estações mais frias do ano, conhecidas pela intensa propagação de vírus e bactérias, e um aumento no número de casos de doenças respiratórias.
Mesmo após os aprendizados com a pandemia da covid-19, há 6 anos, especialistas em saúde pública reforçam que hábitos simples de higiene permanecem entre as estratégias mais eficazes para prevenir doenças infecciosas.
De acordo com especialistas e autoridades sanitárias, manter as mãos limpas é uma das formas mais eficientes de interromper cadeias de transmissão de microrganismos. Dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) indicam que a higienização adequada das mãos pode reduzir entre 30% e 40% os casos de doenças diarreicas e cerca de 20% das infecções respiratórias.
Além da lavagem correta, os profissionais destacam que a secagem completa das mãos é uma etapa importante do processo, já que superfícies úmidas favorecem a transferência de microrganismos.
Nesse contexto, especialistas também apontam que itens descartáveis de uso individual, como papéis higiênicos, toalhas umedecidas antissépticas, guardanapos, papéis-toalha e lenços de papel, ajudam a reduzir o risco de contaminação cruzada no cotidiano.
Por serem utilizados uma única vez e descartados imediatamente, esses produtos contribuem para limitar o contato com superfícies potencialmente contaminadas. Para se ter ideia, a toalha umedecida antisséptica substitui o álcool 70%, garantindo ação prolongada e eliminando germes e bactérias.
Outra recomendação recorrente entre profissionais da saúde é a adoção da etiqueta respiratória. A prática consiste em cobrir nariz e boca com lenços de papel ao tossir ou espirrar, descartar o material logo após o uso e higienizar as mãos em seguida. Segundo especialistas, esse conjunto de medidas ajuda a conter a dispersão de gotículas no ambiente e reduz a circulação de agentes infecciosos.
“A prevenção de doenças passa por comportamentos incorporados à rotina. A higiene das mãos e a etiqueta respiratória são medidas simples, mas com impacto comprovado na redução de infecções. O uso de materiais descartáveis, foco de nossas linhas de produtos, reforça essa estratégia ao evitar o compartilhamento de superfícies e, consequentemente, a propagação de microrganismos”, afirma Denise Pires, Gerente de Marketing da Mili, empresa do mercado brasileiro de higiene pessoal.
Espaços de grande circulação
A relevância dos cuidados com a higiene e do uso de materiais descartáveis se torna ainda mais evidente em ambientes compartilhados e de alta circulação, como escolas, hospitais, empresas e áreas públicas.
“Nesses locais, o uso individual e o descarte imediato contribuem para interromper a cadeia de transmissão indireta, especialmente em banheiros, refeitórios e áreas comuns”, reforça Denise.





