Na hora de votar nas Eleições 2026, o eleitor vai encontrar seis escolhas na urna eletrônica. E saber a ordem antes de chegar à seção pode ajudar a evitar confusão e tornar a votação mais rápida.
No primeiro turno, marcado para 4 de outubro, a sequência começa com deputado federal e termina com presidente da República. Neste ano, há ainda uma diferença importante: serão dois votos para senador.
Mas quantos números tem cada candidato? Qual aparece primeiro?
O Redação RS explica.
Qual é a ordem de votação nas Eleições 2026?
A ordem oficial definida pela Justiça Eleitoral será:
- Deputado federal — 4 dígitos;
- Deputado estadual — 5 dígitos;
- Senador – primeira vaga — 3 dígitos;
- Senador – segunda vaga — 3 dígitos;
- Governador — 2 dígitos;
- Presidente da República — 2 dígitos.
Ao digitar o número, a urna apresentará as informações correspondentes à candidatura de cada cargo para conferência antes da confirmação do voto.
Posso levar uma “colinha” com os números?
Sim.
A Justiça Eleitoral permite e inclusive disponibiliza um modelo de cola eleitoral em papel para que o eleitor anote previamente os números de suas escolhas.
A recomendação é colocar os candidatos na mesma ordem em que aparecerão na urna:
- deputado federal;
- deputado estadual;
- primeiro senador;
- segundo senador;
- governador;
- presidente.
Isso ajuda principalmente porque, em 2026, serão seis escolhas e os números têm quantidades diferentes de dígitos.
Posso usar o celular para consultar os números na cabine?
Não.
O celular não pode acompanhar o eleitor até a cabine de votação. Por isso, quem guardar os números dos candidatos no aparelho deve passá-los para um papel antes de votar.
A “colinha” física acaba sendo uma alternativa simples para não depender do telefone na hora de registrar as escolhas.
E no segundo turno, a ordem é a mesma?
Não necessariamente, porque no segundo turno entram apenas os cargos em que a disputa não foi definida no primeiro.
Em 2026, eventual segundo turno poderá ocorrer para governador e presidente da República. Deputados e senadores são sempre definidos já no primeiro turno.
Se houver segundo turno para os dois cargos no Rio Grande do Sul, o eleitor votará para governador e depois para presidente.
Como serão seis votos, incluindo duas escolhas diferentes para o Senado, preparar uma colinha em papel antes de sair de casa pode facilitar bastante na hora de usar a urna.





