A Seapi (Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação) informou que a colheita de mel se aproxima do final no Rio Grande do Sul.
Segundo a Seapi, na região de Bagé, os apiários apresentam boas condições sanitárias, e há registro de entrada de néctar e pólen provenientes de espécies de campo nativo e de algumas espécies de eucalipto. “Os produtores aproveitam os poucos dias secos para monitorar os enxames e realizar a colheita do mel, acumulado durante os meses de verão”, disse a Seapi.
Na região de Caxias do Sul, o tempo predominantemente seco favoreceu o trabalho das abelhas campeiras. “A entrada de néctar diminuiu de forma considerável, reduzindo a postura das rainhas e resultando em enxames menos populosos. Os produtores que realizaram a colheita de mel no período observaram menor produtividade”, destacou.
Nas regiões de Ijuí e Frederico Westphalen, a colheita de mel se aproxima do fim, e os apicultores realizam o manejo das colmeias, preparando-as para o período de escassez de floradas e de temperaturas mais baixas.
A redução gradual das floradas causa menor acúmulo de mel na região de Passo Fundo, onde destacam-se as floradas de carqueja, mata-campo, eucalipto e cipós. Já na região de Pelotas, em Amaral Ferrador e Pinheiro Machado, já se confirmou produção superior à do ano anterior.
“Observa-se elevada atividade dos enxames e intensificação da enxameação, indicando bom desenvolvimento das colmeias. No Chuí e em Piratini, a extração de mel está em andamento”, ressaltou a Seapi.
Na região de Porto Alegre, a produção de mel está elevada devido à maior movimentação das abelhas e da entrada de néctar nas colmeias.





