Como parte das apurações da CPI dos Pedágios, o relator, deputado Miguel Rossetto, reforçou nesta quarta-feira (1) o convite ao governador Eduardo Leite para dar explicações à Assembleia Legislativa sobre as concessões de rodovias no Rio Grande do Sul.
Rossetto explicou que a iniciativa da CPI quer elucidar as razões do fracasso do Bloco 3 (Serra Gaúcha) e a tarifa cara cobrada no Bloco 2 (Vale do Taquari e Norte). Nesta quarta, ao presidir a reunião, que recebeu para oitiva o diretor de Transporte e Mobilidade da Agergs (Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul), Airton Roberto Rehnein, Rossetto explicou que o prazo regulamentar da CPI se encerra em 15 de abril 2026.
Por conta de manobras da base do governo Eduardo Leite, no entanto, o requerimento de continuidade dos trabalhos por 60 dias não foi votado no plenário. Diante desse cenário, o deputado vai insistir pelo comparecimento do governador na CPI.
“O governador deve, no seu depoimento, explicar, justificar as razões do fracasso do bloco 3 na Serra Gaúcha, a tarifa extremamente cara do Bloco 2 e também a ausência do chamado Bloco 1 da Região Metropolitana de Porto Alegre”, completou.




