Professores da rede municipal de Canoas definiram, após assembleia, pela greve a partir de quarta-feira (22).
Conforme o Sinprocan (Sindicato dos Profissionais em Educação Municipal de Canoas), entre as reivindicações estão a reposição salarial, a composição do quadro de profissionais, a contratação de monitores de inclusão e o pagamento do piso.
Neste sábado (18), a prefeitura de Canoas divulgou uma nota sobre greve de professores da rede municipal.
Nota da prefeitura na íntegra:
“A Prefeitura de Canoas, por meio da Secretaria Municipal de Educação, orienta que os pais e responsáveis pelos estudantes da rede municipal acompanhem os comunicados e meios de comunicação oficiais das escolas onde cada aluno está matriculado para informações atualizadas sobre o funcionamento das unidades de ensino.
A atual gestão tem adotado medidas concretas para a valorização dos profissionais da educação, para aprimorar sempre mais o atendimento as nossas crianças. Entre os avanços estão a contratação de 500 monitores de inclusão, sendo 250 com início de atuação ainda em abril, e a realização de concurso público para o fortalecimento do quadro de servidores.
Também foram garantidos o vale-alimentação, a retomada das eleições para diretores, a correção de descontos de aposentados e a manutenção do auxílio-transporte, mesmo com a implantação do Passe Livre, além do retorno de vice-diretores a escolas que não contavam mais com esse suporte e de melhorias na tecnologia e na estrutura da rede municipal.
A administração municipal segue acompanhando com atenção a paralisação, e reforça que mantém diálogo aberto com o sindicato e representantes da categoria, sendo que, boa parte das reivindicações já foram atendidas e outras com prazo de resposta definido. Assim como, segue buscando soluções responsáveis e equilibradas que valorizem os profissionais da educação, sem prejuízo aos estudantes e às famílias.
Reitera, que não haverá abono de ponto aos profissionais que não comparecerem ao trabalho, priorizando a continuidade do atendimento aos estudantes, já que muitas famílias não têm com quem deixar os filhos na ausência das atividades escolares, obrigando pais e mães a faltarem seus trabalhos, gerando assim, prejuízos e incômodo à comunidade.“




